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“Os Mosteiros de vida contemplativa lugares aparentemente inúteis, são ao contrário como os ‘pulmões’ verdes de uma cidade; fazem bem a todos, também a quantos ignorem a sua existência. Deus fala no silêncio, mas é preciso saber ouvi-lo. Por isso, os Mosteiros são oásis em que Deus fala à humanidade; e neles encontra-se o claustro, lugar simbólico, porque é espaço fechado, mas aberto para o Céu” Bento XVI,10/8/2011

Santa Teresa de Jesus, ao reformar a Ordem do Carmelo escolheu o retiro da clausura como expressão e meio do seguimento de Cristo.

No pensamento da Santa, a livre escolha da vida de clausura implica uma separação radical exterior para conseguir o desprendimento interior, e uma vida de silêncio e solidão, para encontrar no Esposo a água viva da contemplação. A monja contemplativa compreende a importância das coisas, mas estas não lhe roubam o coração nem bloqueiam a sua mente; antes, pelo contrário, servem-lhe de escada para chegar a Deus.

A vida predominantemente solitária do Carmelo contribui a guardar com relativa facilidade o silêncio como parte integrante do nosso estilo de vida.

Faz-se necessário centrar-se no essencial: a busca da amizade com “Aquele que sabemos nos ama” através de uma vida orante que transforme a vida. Isto só se consegue pela vivência das virtudes do “amor fraterno, do desapego e da humildade”. Santa Teresa

No Mosteiro, tudo está orientado para a busca da Face de Deus, e tudo reconduz ao essencial porque só é importante aquilo que aproxima dEle.

“Estando enclausuradas, lutemos por Ele!” S Teresa de Jesus.