• A Capela é aberta diariamente ao público para a Missa conventual às 7h00, de Segunda-feira a Domingo.

Atendimento na Portaria: 8h30 às 12h00 e 14h00 às 18h00.

• Para visitas e atendimento pessoal, agendar com antecedência.

• No Advento, Quaresma e no 1º Domingo de cada mês (retiro mensal) não recebemos visitas.





Santa Teresa de Jesus-Preparação para o V Centenario do seu Nascimento

Cipe

Archives Du Carmel De Lisieux

GOT – Grupo de Oração Teresiana

V Centenário Teresiano

Carmelitas - Portugal

Casa Natal de Santa Teresa de Jesús
Carmelitas Descalzos - Ávila
“O Mosteiro, como um oásis espiritual, indica ao mundo de hoje o que é mais importante, aliás, a única coisa decisiva: existe uma razão última pela qual vale a pena viver, isto é, Deus e o seu amor imperscrutável”.
(Bento XVI, Angelus, 18/11/2007)

“As mulheres e os homens que se retiram para viver em companhia de Deus, precisamente graças a esta sua escolha, adquirem um grande sentimento de compaixão pelos sofrimentos e pelas debilidades do próximo.
Amigas e amigos de Deus, dispõem de uma sabedoria que o mundo, do qual se afastam, não possui e, compartilham-na amavelmente com aqueles que batem à sua porta.
Portanto, penso com admiração e reconhecimento nos mosteiros de clausura femininos e masculinos que, hoje mais do que nunca, são oásis de paz e de esperança, tesouro precioso para a Igreja inteira, especialmente ao evocar a primazia de Deus e a importância de uma oração constante e intensa para o caminho de fé” (Bento XVI, Angelus, 1/12/2010)



“Os Mosteiros de vida contemplativa oferecem como que um “oásis” nos quais o homem, peregrino na terra, pode chegar melhor às fontes do Espírito e dessedentar-se ao longo do caminho.
Por conseguinte, esses lugares aparentemente inúteis, são ao contrário como os “pulmões” verdes de uma cidade: fazem bem a todos, também a quantos não o frequentam e talvez ignorem a sua existência”
Bento XVI, em S. Martino della Scale

“A vossa vida que, com a sua separação do mundo, se expressa de modo concreto e eficaz e proclama a primazia de Deus, constitui um apelo constante à preeminência da contemplação sobre a ação, daquilo que é eterno sobre o que é temporal”.
João Paulo II, às Claustrais
em 28 de setembro de 1997

“As contemplativas claustrais identificam-se, de modo específico e radical, com Jesus Cristo em oração sobre o monte e com o seu mistério pascal, que é uma morte para a ressurreição...
A cela solitária, o claustro fechado é o lugar onde a Monja, esposa do Verbo Encarnado, vive totalmente recolhida com Cristo em Deus. O mistério desta comunhão lhe é revelado na medida em que ela, dócil ao Espírito Santo e vivificada pelos seus dons, escuta o Filho, fixa o olhar no seu rosto, e deixa a sua vida conformar-se com a dEle, até à oblação suprema ao Pai como expressão de louvor e glória...
Por isso, a clausura constitui, mesmo em seu aspecto concreto, uma maneira particular, de estar com o Senhor... Vigiando à espera da vinda do Senhor, a clausura torna-se deste modo uma resposta ao amor absoluto de Deus pela sua criatura e a realização do seu desejo eterno de acolhê-la no mistério de intimidade com o Verbo, que Se fez dom esponsal na Eucaristia e permanece, no sacrário, o centro de plena comunhão de amor com Ele, recolhendo toda a vida claustral para oferecê-la continuamente ao Pai”
4h40: Despertar

5h: Ofício Divino da Manhã

5h30 às 6h30: Oração silenciosa, pessoal

6h30: Ofício Divino, Hora Terça

7h00: Celebração da Eucaristia

Café / Trabalho (Formação para o Noviciado)

11h00: Ofício Divino, Hora Sexta / Exame de consciência

11h30: Refeição/ Louça / Recreio

13h00 às 14h00: Silêncio sagrado/Tempo livre

14h00: Leitura espiritual de formação

14h45: Ofício Divino, Hora Nona/ Trabalho

16h35: Ofício Divino, da Tarde

17h00 às 18h00: Oração silenciosa, pessoal

18h00: Refeição/ Louça / Recreio

19h35: Ofício Divino, Completas/ Silêncio sagrado

21h00: Ofício Divino, de Leituras/ Repouso
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R. Dom Duarte Leopoldo e Silva, 50 - Santos/SP